quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009

A região do Algarve está a contrariar a tendência nacional de desinvestimento na cultura e desporto e, pelo contrário, está mesmo a reforçar a aposta nestas áreas.




A região do Algarve está a contrariar a tendência nacional de desinvestimento na cultura e desporto e, pelo contrário, está mesmo a reforçar a aposta nestas áreas.







Segundo os últimos dados revelados pelo INE, as despesas das câmaras municipais do Algarve em actividades culturais e desporto ascenderam a cerca de 76,3 milhões de euros em 2008.






Ao contrário do que acontece nas outras regiões do país, com excepção de Lisboa, as autarquias do Algarve aumentaram as despesas efectuadas em cultura e desporto em 11 por cento face ao ano anterior. Os municípios algarvios foram mesmo os que destinaram maior proporção do seu orçamento às actividades culturais e de desporto, atingindo os 14,2 por cento.






Entre os concelhos que mais investem nestas áreas destaca-se Portimão, que gastou perto de 11,7 milhões de euros no ano passado.






Logo a seguir, surgem as autarquias de Loulé, Lagos e Lagoa, cujas despesas em cultura e desporto ascenderam aos oito milhões de euros.






Um pouco mais atrás ficaram os municípios de Albufeira e Faro, que investiram 6,2 milhões e 5,4 milhões de euros, respectivamente.






No lado oposto, encontram-se as autarquias de Monchique, com apenas 222 mil euros investidos nestas áreas, e Alcoutim, com pouco mais de 940 mil euros.










Desporto foi área que mais dinheiro recebeu










Do total das despesas em cultura e desporto realizadas em 2008 por todas as câmaras municipais do Algarve, continuaram a ser mais relevantes as afectas a jogos e desportos (17,8 milhões de euros).






Neste domínio, a autarquia de Portimão continua a liderar o investimento, com mais de 2,7 milhões de euros gastos. A câmara de Lagos surge logo atrás, com 2,6 milhões de euros, Lagoa, com 1,9 milhões de euros, e Vila Real de Santo António, com 1,8 milhões de euros.






Para além dos jogos e desportos, a música e as actividades socio-culturais foram os domínios onde as autarquias investiram com mais força.






Os domínios que tiveram menor peso nas despesas foram os museus, recintos culturais, bibliotecas e artes cénicas.










Nuno Couto


Em Novembro, o desemprego aumentou em todas as regiões em termos homólogos, com o Algarve (59,8 por cento) a registar o maior aumento.

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego em Portugal subiu 28,2 por cento em Novembro, face ao mesmo mês do ano passado, e aumentou 1,2 por cento face a Outubro, segundo os dados hoje divulgados.

De acordo com a informação mensal publicada pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), no final de Outubro, encontravam-se inscritos nos Centros de Emprego do Continente e das Regiões Autónomas 523 680 desempregados, mais 115 082 indivíduos do que há um ano atrás.


Face a Outubro, o aumento foi de 1,2 por cento, o que representa um acréscimo de 6 154 inscritos.



Para o aumento do número de desempregados inscritos nos centros de emprego face a Novembro de 2008, contribuiu a subida do desemprego entre os homens (41,5 por cento).







No caso das mulheres, o aumento foi de 18,4 por cento em comparação com Novembro do ano passado.







Também os jovens e os adultos apresentaram em Novembro um volume de desemprego superior ao do mesmo mês de 2008: 23,6 por cento e 28,9 por cento, respectivamente.







Em Novembro, o desemprego aumentou em todas as regiões em termos homólogos, com o Algarve (59,8 por cento), a Madeira (53,4 por cento) e os Açores (52,9 por cento) a registarem os maiores aumentos.







Face a Outubro, o desemprego apenas aumentou nas Regiões Autónomas, no Algarve e em Lisboa e Vale do Tejo.







No que respeita ao tempo de permanência dos desempregados nos ficheiros, os inscritos há menos de um ano sofreram um aumento de 32,3 por cento, enquanto no caso dos desempregados de longa duração (há mais de um ano) a subida foi de 20,8 por cento.







A procura de um novo emprego - que justificou em Novembro o registo de 92 por cento dos desempregados - aumentou 29,5 por cento face ao mês homólogo de 2008.







De acordo com a análise dos técnicos do IEFP, todos os níveis de habilitação escolar apresentaram mais desempregados do que há um ano, mas os aumentos percentuais mais elevados verificaram-se ao nível do ensino secundário e do 2.º ciclo do ensino básico, com subidas de 36,5 e 33,7 por cento, respectivamente.







O aumento do desemprego fez-se sentir nos diferentes ramos de actividade económica, destacando-se, com os acréscimos percentuais mais acentuados, as subidas de 63,5 por cento no sector da construção e de 53,3 por cento nas indústrias extractivas.







Em variação decrescente, destaca o IEFP, estão as profissões do ensino, como os "docentes do ensino secundário, superior e profissões similares", com uma queda de 9,5 por cento e os "profissionais de nível intermédio de ensino", onde o número de desempregados inscritos baixou 7,3 por cento face ao período homólogo.







O "fim de trabalho não permanente", principal motivo de inscrição dos desempregados, motivou cerca de 42,1 por cento das inscrições efectuadas em Novembro.







O número de ofertas disponíveis nos Centros de Emprego do Continente e Regiões Autónomas totalizou 20 179 em Novembro, um valor superior em 20,7 por cento às ofertas disponíveis em igual mês de 2008, mas inferior em 5,6 por cento ao registado em Outubro.







O número de colocações efectuadas em Novembro através dos Centros de Emprego de todo o país diminuiu 2,5 por cento face ao mês homólogo de 2008 e 7,2 por cento face a Outubro, para um total de 5 549.


quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

Os meios de comunicação social dos países ricos enviam, regularmente, repórteres para encontrar as "vítimas do aquecimento global". Em despachos feitos nas ilhas do Pacífico, no Bangladesh ou na Etiópia, os jornalistas alertam para uma calamidade iminente. Dizem-nos que o aquecimento global é o maior desafio que estas regiões enfrentam. A sua resolução é vital.

Os meios de comunicação social dos países ricos enviam, regularmente, repórteres para encontrar as "vítimas do aquecimento global". Em despachos feitos nas ilhas do Pacífico, no Bangladesh ou na Etiópia, os jornalistas alertam para uma calamidade iminente. Dizem-nos que o aquecimento global é o maior desafio que estas regiões enfrentam. A sua resolução é vital.



Mas raras vezes ouvimos falar a população local que, segundo dizem, está em risco. Estas pessoas têm voz mas nós não prestamos atenção ao que elas dizem.






O Centro de Consenso de Copenhaga decidiu perguntar às pessoas que vivem nestes locais sobre os seus medos e esperanças. Em Mojo, na Etiópia Central, os nossos investigadores conheceram Tadese Denkue, um antigo soldado de 68 anos, hoje sem rendimento fixo. "Nunca sei quando vou ser capaz de comprar alguma comida", disse. "Só sei que sofro muito. Esta vida não é decente".






Tadese nunca ouviu falar do aquecimento global. Quando lhe explicam o que é o aquecimento global, Tadese não mostra interesse. Tem preocupações mais imediatas: "A primeira coisa que eu preciso é comida e depois de um trabalho".






Tadese está a sofrer o segundo episódio de malária este ano. Já perdeu a conta às vezes que já contraiu esta doença. O nosso investigador acompanhou-o a uma clínica. A electricidade não funciona. O médico admite que a maioria dos pacientes são enviados para casa sem testes ou tratamentos: a clínica deixou de ter medicamentos.






A ameaça da uma maior incidência da malária tem sido utilizada para defender reduções drásticas das emissões de carbono. Um clima mais quente e húmido irá melhorar as condições para o desenvolvimento do parasita da malária. A maioria das estimativas sugere que o aquecimento global colocará mais de 3% da população mundial em risco de contrair malária até 2010.






As reduções mais eficientes de CO2 - destinadas a evitar que a temperatura aumente mais do que 2ºC - poderão custar 40 biliões de dólares por ano até 2100, segundo a pesquisa realizada por Richard Tol para o Centro de Consenso de Copenhaga. No melhor cenário, este gasto reduziria a população em risco em apenas 3%.






Em comparação, gastar três mil milhões de dólares anualmente em redes mosquiteiras, "sprays" DDT para interiores que não afectem o meio ambiente e em subsídios para novas terapias combinadas pode diminuir em metade o número total de infectados no prazo de uma década. O dinheiro necessário para salvar uma vida através da redução de emissões, pode salvar 78 mil vidas com políticas mais inteligentes.






Claro que a malária está longe de ser o único motivo de preocupação relacionado com o aquecimento global. A 20 quilómetros de Mojo, os nossos investigadores conheceram Desi Koricho e o seu filho de oito meses, Michel. De duas em duas semanas, Desi caminha durante quatro horas para levar Michel ao centro de saúde. Após de dois meses de tratamento para a malnutrição, Michel cresceu muito, mas continua a ter metade do tamanho normal de um bebé da sua idade.






Michel não é filho biológico de Desi. Ela ficou com ele após o pai de Michel se ter suicidado. A própria Desi sofre, provavelmente de malnutrição não diagnosticada. É muito frequente nesta zona. Não existem estradas, electricidade e outras infra-estruturas. As condições são limitadas e falta higiene. "Precisamos de tudo", diz Desi. Resolver o desafio da malnutrição pode ser um bom começo.






Activistas da Europa e dos Estados Unidos usam a ameaça da fome para defenderem reduções drásticas das emissões de carbono. Em muitas regiões, as alterações climáticas vão aumentar a produtividade agrícola. Cruelmente, isto não se aplica em grandes partes de África que já estão a sofrer com a fome.






Mas, tal como acontece com a malária, todas as evidências mostram que as políticas directas são muito mais efectivas do que a redução das emissões. Uma intervenção efectiva e pouco apreciada é o fornecimento de micronutrientes a quem não os tem. Fornecer vitamina A e zinco a 80% dos 140 milhões de crianças desnutridas no mundo exigiria um compromisso de apenas 60 milhões de dólares por ano. Por 286 milhões de dólares conseguiríamos fazer chegar ferro e iodo a 2,5 biliões de pessoas.






A escolha é dura: por apenas umas centenas de milhões de dólares podíamos ajudar quase metade da Humanidade. Compare isto com o investimento necessário para combater as alterações climáticas - 40 biliões de dólares anuais até ao final do século - que poderia salvar cem vezes menos pessoas (e em 90 anos!). Por cada pessoa salva da malnutrição através de políticas climáticas, o mesmo dinheiro poderia salvar meio milhão de pessoas da malnutrição através de políticas directas.






Algumas pessoas argumentam que a escolha entre gastar dinheiro em reduções de emissões e em políticas directas é injusta. Mas é um facto que nenhum dólar pode ser gasto duas vezes. Os países ricos e os doadores limitaram os seus orçamentos e os seus níveis de atenção. Se gastarmos grandes quantidades de dinheiro na redução de emissões, partindo da ideia errada de que estamos a travar a malária e a reduzir a malnutrição, estaremos menos disponíveis para aplicar dinheiro em políticas directas.






De facto, por cada dólar investido em políticas climáticas fortes, faremos provavelmente 0,02 dólares de bem para o futuro. Se investirmos o mesmo dólares em políticas simples para combater a malnutrição e a malária agora, poderíamos fazer 20 dólares ou mais de bem para o futuro - mil vezes melhor quando se tem em conta todos os impactos.






No Monte Kilimanjaro na Tanzânia - onde os efeitos do aquecimento global já se sentem - os nossos investigadores encontraram Rehema Ibrahim, 28 anos. Rehema divorciou-se do seu marido e foi repudiada pela sua família por não poder ter filhos. Para saber se era a causa da infertilidade, ela começou a dormir com outros homens. Ela é agora VIH positiva, uma proscrita numa sociedade terrivelmente pobre.






Rehema já se apercebeu de alterações no clima. Ela diz que a neve e o gel estão a derreter. Ela sabe a que se referem os nossos investigadores quando falam de "aquecimento global". Mas ela diz: "Os problemas que estou a pessoa são prioritárias. O VIH e os problemas que está a causar são maiores que o gelo".






Os activistas a favor das emissões de carbono destacam regularmente a neve e o gelo que derrete no Kilimanjaro. Mas precisamos de prestar a mesma atenção às pessoas que vivem na sombra da montanha.










Bjorn Lomborg é director do Centro de Consenso de Copenhaga e autor de "Cool It: The Skeptical Environmentalist's Guide to Global Warming".










© Project Syndicate, 2009.


www.project-syndicate.org


Tradução: Ana Luísa Marques









terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

Comércio tradicional em Portimão: luz ao fundo do túnel ou apagão geral?



Comerciantes deixem-se de tretas ,trabalhem - abram ao sabado domingo e vejam o artigo abaixo e pensem bem qual a unica maneira de combater os Centros Comerciais ?
Ex comercio tradicional ,mantenham as traças das lojas originais como no Chiado ,Barcelona e especializem-se em artigos que nos centros comercais não hajam ,promovam-se e chamem os consumidores com a cAMARA EM EVENTOS,BARES,CAFÉS,RESTAURANTES,MUSICA,CINEMA,ARTES,CULTURA ETC á cidade





Comércio tradicional em Portimão: luz ao fundo do túnel ou apagão geral?



Nelson Rodrigues


Faz já algum tempo que tenho andado para passar para papel aquilo que me vai na alma, e, por obra do destino ou mera coincidência, hoje tive a oportunidade de o fazer. O que me vai na alma é uma profunda tristeza, resultante do rumo cada vez mais incerto que o comércio tradicional na nossa cidade de Portimão está a levar.






Na verdade, entristeço-me por verificar que, findo o Verão, se sucedem notícias de que estabelecimentos comerciais da cidade fecharam as suas portas e de que outros estão em vias de o fazer.






Mas, mais triste fico ainda quando, em conversa com alguns comerciantes, que até parece que andaram todos na mesma escola, se referem sempre aos mesmos bodes expiatórios: a crise e os centros comerciais.






Meus senhores, creio que é hora de acordarem desse sono profundo em que têm andado nestes últimos tempos e, de uma vez por todas, se deixarem de lamechices, porque os únicos culpados do comércio tradicional estar como está nesta cidade são vocês próprios.






A vossa falta de dinamismo, aliada à pouca vontade de fazer algo para mudar o rumo dos acontecimentos encontram, nas desculpas como a crise e as grandes superfícies, o casamento perfeito.






Senão vejamos: queixam-se da crise quando, neste recente Verão, Portimão foi o concelho com a maior taxa de ocupação hoteleira da região!






Queixam-se da Câmara e dos eventos realizados na cidade, alegando que o dinheiro gasto nesses eventos poderia ser utilizado para outros fins, nomeadamente em ajudas ao comércio.






No entanto, não conseguem ver que são todos esses eventos que acabam por trazer a maior parte dos turistas à nossa cidade, e que acabam por transformar Portimão no destino turístico da moda no mercado nacional.






Creio que é mais que óbvio - só não vê quem não quer ver - que Portimão é agora uma cidade conhecida e falada de Norte a Sul do país (nem vou alargar a questão para pontos internacionais).






Outra das recorrentes queixas prende-se com as Associações de Comerciantes, às quais apontam o dedo por, supostamente, não fazerem nada pelo comércio da cidade.






Todavia, meus senhores, posso dizer-vos que a desilusão foi palavra mestra no meu pensamento, quando, no dia da assinatura do protocolo entre as duas associações de comerciantes da cidade e a Câmara Municipal de Portimão, com vista à criação da UAC, verifiquei que, dos cerca de mil associados que as duas associações devem ter em conjunto nesta cidade, estivemos presentes na cerimónia apenas e só cerca de cinquenta pessoas.






Se formos analisar em termos de percentagem, resulta nuns míseros 5%, sendo que os presentes eram os mesmos de sempre, popularmente falando eram apenas os «Suspeitos do Costume». E eu sei que foram entregues os convites para a cerimónia a pelo menos 80% dos associados… É preciso dizer mais? Creio que não…os números falam por si…






Abordando a questão dos centros comerciais, eles fazem o trabalho deles, que é estar abertos quando o público precisa, ou melhor, quando as pessoas têm maior disponibilidade para ir as compras. Refiro-me obviamente aos Domingos e Feriados.






Ora, pergunto eu, quem está mal são eles? Ou seremos nós? É que, quando as pessoas têm maior disponibilidade para vir aos estabelecimentos, é quando nós estamos fechados! Que culpa têm os centros comerciais disso?






Fomos nós que fizemos com que os clientes se afastassem da zona comercial da cidade, portanto somos nós que temos que fazer com que eles voltem.


Porque não fazermos das artérias comerciais da cidade um «centro comercial ao ar livre», aberto também aos fins-de-semana e feriados? Já pensaram nisso? Ou dará muito trabalho?






Não aproveitem para se desculpar com os horários dos funcionários, porque estes, se os nossos estabelecimentos fecharem portas, o mais certo é irem trabalhar a seguir para uma grande superfície comercial, e aí têm que se sujeitar aos horários e regras por eles impostas, o que inclui fins de semana, feriados e outras coisas mais.






E é se querem, porque, como se costumar dizer, «quando uns não querem, estão outros a morrer».






Na verdade, esta conversa toda deriva do facto de acreditar que, se existir uma zona comercial ao ar livre com as mínimas condições e com dinamismo, onde as pessoas possam passear e ir as compras quando têm disponibilidade, o que pressupõe terem estabelecimentos para as servirem, e não o contrário, a preferência recairá aí em detrimento de um centro comercial.






Atentemos ao seguinte exemplo: nos dias em que houve o concurso de estátuas, nas principais artérias da cidade, lembram-se da quantidade de pessoas que estavam na rua àquelas horas? É óbvio que os mais cépticos aqui alegarão sempre que foi por ser Verão. Mas não! Chamo a iniciativas como essa dinamizar o espaço.






É bom que tenham presente que não é com mentalidades, montras, lojas, e produtos completamente ultrapassados que vamos lá chegar.






A todos os comerciantes que já só têm as lojas abertas como ocupação de tempo, até chegar a idade da reforma, façam um favor a vós próprios e a todos os outros, criem dinamismo, modernizem-se, dêem um novo rosto aos estabelecimentos.






Senão o melhor é mesmo fechá-los de vez e deixarem vir para o vosso lugar alguém com um novo espírito.






Portanto, meus senhores, terminaria esta dissertação com o seguinte apelo: vamos a ser dinâmicos, unidos, e principalmente vamos lutar todos pelos mesmos objectivos, porque senão, em vez de se começar a ver a luz ao fundo do túnel, o caminho terá tendência, mais dia, menos dia, para um apagão geral!










*Comerciante


















16 de Novembro de 2009
18:21


Nelson Rodrigues*

sábado, 5 de Dezembro de 2009

Tradicionalmente, o mercado português de imobiliário turístico é bastante dependente do consumo externo, tendo visto a sua performance a ser bastante afectada pela recente retracção do poder de compra dos britânicos e irlandeses, por exemplo. Ainda assim, «Portugal continua a ser um destino turístico importante para o mercado emissor britânico», afirmou Simon Perks, deputy general manager do Santander, acrescentando que o Algarve, em particular, continuará sempre a ser o destino número um português.



Tradicionalmente, o mercado português de imobiliário turístico é bastante dependente do consumo externo, tendo visto a sua performance a ser bastante afectada pela recente retracção do poder de compra dos britânicos e irlandeses, por exemplo. Ainda assim, «Portugal continua a ser um destino turístico importante para o mercado emissor britânico», afirmou Simon Perks, deputy general manager do Santander, acrescentando que o Algarve, em particular, continuará sempre a ser o destino número um português.



Presente no evento da Viva In, este responsável realçou que a maioria dos turistas que se deslocam a Portugal continuam interessados no turismo de sol e de praia que o nosso país oferece. Apesar da muita disparidade entre oferta e procura, hoje em dia Portugal está em 4º lugar na lista de preferências de férias dos britânicos, e cada vez mais o Algarve é percepcionado como um destino de qualidade. Espanha, França e EUA são os três países preferidos pelos britânicos para viajar em férias, logo à frente de Portugal. Outro dos principais motores emissores da procura de turismo residencial em Portugal é o mercado alemão, que «continua estável e forte», afirmou, por seu turno, Ralph Viereck, managing director Engel & Volkers. Além dos mercados britânico e alemão, «o mercado escandinavo é uma oportunidade», declarou Sven Källsström, fundador e CEO Fair Media International. Para este responsável é difícil perceber porque é que estes consumidores que já estão presentes em Espanha, ainda não têm expressão em Portugal. Os escandinavos são considerados «educated buyers», ou seja, «sabem muito bem o que querem, apesar serem compradores que demoram a tomar a decisão de compra». Por isso, «precisam de ser cativados», acrescentou Sven Källsström. E o facto de terem «travel culture» e grande liquidez são dois factores importantes que tornam este mercado bastante atractivo para Portugal.

terça-feira, 1 de Dezembro de 2009

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, disse segunda-feira que o código contributivo pretendia "resolver os problemas da tesouraria do Estado, à custa da tesouraria das empresas e das famílias", tendo considerado esta medida como "um erro".





O líder do CDS-PP, Paulo Portas, disse segunda-feira que o código contributivo pretendia "resolver os problemas da tesouraria do Estado, à custa da tesouraria das empresas e das famílias", tendo considerado esta medida como "um erro".




"O Estado não pode pretender apropriar-se de mais recursos. É um erro este código contributivo agora", garantiu Paulo Portas durante a sessão dos Clube de Pensadores, que decorreu segunda-feira em Gaia.



"Não é hora para estar a aumentar as contribuições nem das empresas, nem dos trabalhadores, nem dos comerciantes, nem dos agricultores, nem das prestações de serviços".



"A senhora ministra do Trabalho anunciou hoje [segunda-feira] que ia à concertação social mudar o código. Ora foi exactamente isso que eu disse ao primeiro-ministro há um mês", afirmou Paulo Portas.



"Eu disse ao primeiro-ministro: não façam aumento de contribuições nem para as empresas nem para os trabalhadores numa altura como esta da economia", salientou o líder do CDS-PP, que acrescentou que, nessa altura, não lhe "deram ouvidos".



Segundo o líder do CDS-PP, com o código contributivo proposto "uma pessoa com 1200 a 1500 euros de rendimento deixava de pagar 150 euros e passava a pagar 450 euros duma assentada só".



"A proposta do CDS-PP não toca em nenhuma contribuição actual para a segurança social e tudo o que está fica", garantiu Paulo Portas que acrescentou que aquilo que o partido "evitou foi um aumento de contribuições para a segurança social a partir de 1 de Janeiro".



Paulo Portas disse ainda que foi "a todos os parceiros sociais nas últimas semanas", tendo verificado "que a maioria das opiniões era contrária à entrada em vigor no dia 1 de Janeiro do código contributivo".



Outra das ideias abordadas por Paulo Portas prendeu-se com, "em período de crescimento e não em situação de recessão" como o actual, o Estado dever "abster-se de tributar em IRS as chamadas horas extraordinárias".



"O valor social que eu mais respeito é o trabalho" considerou, tendo acrescentado "que é preciso premiar aqueles que na sociedade portuguesa mais se esforçam".



"É preciso fiscalizar a sério o rendimento mínimo deixando de o dar a quem não quer trabalhar e reservando-o para situações de dificuldade que são verdadeiras e objectivas", afirmou Paulo Portas à margem da última sessão de 2009 do Clube dos Pensadores.



A ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, Helena André, considerou segunda-feira em Bruxelas que "os argumentos utilizados pelos partidos da oposição para suspender o código contributivo não são válidos", sustentando que "não implicava um aumento de impostos".



Segundo Helena André, o código contributivo da segurança social "não implicava um aumento de impostos" mas sim "uma redistribuição do esforço feito pelos trabalhadores e pelas empresas".



Com o voto contra do PS, a Assembleia da República aprovou, sexta-feira, na generalidade, um projecto de lei do CDS-PP que prevê o adiamento, por um ano, da entrada em vigor do novo regime das contribuições para a Segurança Social, que estava previsto para Janeiro de 2010.


sábado, 28 de Novembro de 2009

Vendedores+Comissionistas+para+Produtos+Quimicos+de+Limpeza+Industrial+e+Piscinas

Vendedores+Comissionistas+para+Produtos+Quimicos+de+Limpeza+Industrial+e+Piscinas

sexta-feira, 27 de Novembro de 2009



"A natureza não faz nada em vão e o que é mais é em vão quando basta o menos".



(Isaac Newton, físico e matemático inglês cujas leis do movimento são a base da física moderna, 1643-1727)

sábado, 21 de Novembro de 2009

Quando António Mexia, CEO da EDP, inaugurou esta semana o parque eólico de Meadow Lake, no Estado de Indiana (EUA), lembrou um pormenor curioso: entre a apresentação do projecto às autoridades...


Quando António Mexia, CEO da EDP, inaugurou esta semana o parque eólico de Meadow Lake, no Estado de Indiana (EUA), lembrou um pormenor curioso: entre a apresentação do projecto às autoridades...



Quando António Mexia, CEO da EDP, inaugurou esta semana o parque eólico de Meadow Lake, no Estado de Indiana (EUA), lembrou um pormenor curioso: entre a apresentação do projecto às autoridades, a sua aprovação e a atribuição do "cash grant" (incentivo fiscal criado pela administração Obama, que devolve 30% do montante investido) demoraram... quatro semanas.


Leu bem, caro leitor: quatro semanas. Não foram quatro anos, nem sequer quatro meses. "Four fucking weeks!"






Este "pormaior" realça bem a diferença na postura do Estado para com as empresas, de um e do outro lado do Atlântico. Podíamos pegar neste "case-study" e implementá-lo em Portugal, um país onde o Estado tem um relacionamento difícil com as empresas (recorde-se o tempo que demora a pagar aos fornecedores).






É verdade que nos últimos cinco anos muito se fez em matéria de simplificação administrativa, nomeadamente pela mão da Secretária de Estado Maria Manuel Leitão Marques. Só que não chega. O Estado português tem de entender que as empresas, para prosperarem (criando riqueza e empregos), só precisam de um quadro normativo simples e procedimentos expeditos que lhes facilitem a vida. No fundo, só necessitam de uma atmosfera "business friendly". Se, em vez disso, encontram obstáculos em cada esquina, e, em alguns casos, até são pontapeadas, não investem. Ou investem menos. A propósito, alguém percebe a oportunidade do novo código contributivo numa conjuntura como a actual? De facto, cada um tem o Estado que merece!






camilolourenco@gmail.com

No Tratado das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas assinado em 1992, o mundo comprometeu-se a "evitar interferências antropogénicas perigosas no sistema climático". No entanto, desde essa altura, as emissões de gases com efeito de estufa aumentaram significativamente.

No Tratado das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas assinado em 1992, o mundo comprometeu-se a "evitar interferências antropogénicas perigosas no sistema climático". No entanto, desde essa altura, as emissões de gases com efeito de estufa aumentaram significativamente.




Os Estados Unidos provaram ser o país mais moroso do mundo, negando-se a assinar o Protocolo de Quioto em 1997 e a adoptar qualquer controlo eficaz de emissões. À medida que se aproxima a Cimeira de Copenhaga para negociar o sucessor do Protocolo de Quioto, os Estados Unidos são, uma vez mais, uma fonte de preocupação. Mesmo agora, os políticos americanos continuam extremamente divididos sobre as alterações climáticas - apesar do presidente Barack Obama ter novas oportunidades para desbloquear a situação.



Um ano após o Tratado de 1992, o presidente Bill Clinton tentou aprovar uma lei energética que teria ajudado os Estados Unidos a começar a reduzir a sua dependência dos combustíveis fósseis. A proposta não só falhou, como provocou um retrocesso político. Quando o Protocolo de Quioto foi adoptado, em 1997, Clinton nem sequer o enviou para o Senado norte-americano para ser ratificado, pois sabia que iria ser rejeitado. O presidente George W. Bush repudiou o Protocolo de Quioto em 2001 e não fez praticamente nada em relação às alterações climáticas durante a sua presidência.



Existem várias razões para a inacção dos Estados Unidos - incluindo ideológicas e de ignorância científica - mas quase todas se resumem a uma palavra: "carvão". Pelo menos 25 Estados produzem carvão, que gera não apenas rendimento, postos de trabalho e receitas fiscais, mas também contribui com uma parte desproporcionadamente elevada da sua energia.



As emissões de carbono per capita nos Estados norte-americanos de carvão tendem a ser muito mais elevadas do que a média nacional.



Dado que quando se fala em alterações climáticas se destaca a redução de emissões do carvão - o combustível mais carbono-intensivo -, os Estados norte-americanos que produzem carvão estão especialmente receosos com as implicações económicas de qualquer controlo (apesar dos sectores petrolífero e automóvel não estarem muito longe).



O sistema político norte-americano também coloca alguns problemas especiais. A ratificação do tratado exige o apoio de 67 dos 100 membros do Senado, um obstáculo quase intransponível.



O Partido Republicano, com 40 lugares no Senado, tem demasiados ideólogos - e muito senadores decididos a sabotar qualquer iniciativa de Obama - para conseguir o mínimo de 67 votos. Além disso, o Partido Democrático inclui senadores de Estados que produzem petróleo e carvão, que provavelmente não irão apoiar medidas decisivas.



A ideia, desta vez, é evitar, pelo menos no princípio, a necessidade dos 67 votos, centrando a discussão numa legislação interna, e não num tratado. De acordo com a Constituição dos Estados Unidos, a legislação interna (ao contrário dos tratados internacionais) exige uma maioria simples na Casa dos Representantes e no Senado antes de ser assinada pelo presidente. É quase certo que é possível alcançar 50 votos para uma lei sobre as alterações climáticas (com o voto do vice-presidente a quebrar um eventual empate).



Mas os opositores podem ameaçar com uma manobra obstrucionista (manter as negociações durante um período de tempo indefinido, paralisando assim a actividade do Senado), que só será interrompida se 60 Senadores apoiarem a iniciativa de levar a legislação a votação. Caso contrário, a legislação proposta pode morrer mesmo que tenha o apoio de uma maioria simples. Isso será certamente o que vai acontecer com a legislação interna sobre as alterações climáticas. Conseguir 60 votos é uma tarefa muito complicada.



Os analistas políticos sabem que os votos vão depender das ideologias individuais de cada Senador, dos padrões de voto de cada Estado e da sua dependência face ao carvão relativamente a outras fontes de energia. Segundo uma análise realizada com base nestes factores, há 50 votos democratas a favor, 34 republicanos contra e 16 indecisos. Dez destes votos são democratas, principalmente dos Estados que produzem carvão; os outros seis são republicanos que podem votar a favor.



Até há pouco tempo, muitas pessoas acreditavam que a China e a Índia seriam os reais obstáculos nas negociações sobre as alterações climáticas. Contudo, a China já anunciou uma série de iniciativas importantes - em tecnologia solar, eólica, nuclear e de captura de carbono - para reduzir a intensidade de gases com efeito de estufa na sua economia.



A Índia, que durante muito tempo se pensou que podia travar os avanços das negociações, tem dito que está preparada para adoptar um plano de acção nacional de energia sustentável. Estas acções exercem uma pressão crescente sobre os Estados Unidos. Agora que os países em desenvolvimento estão a mostrar a sua vontade de chegar a um acordo global, pode o Senado dos Estados Unidos ser o último obstáculo para o mundo?



Obama tem à sua disposição os instrumentos necessários para unir os Estados Unidos à corrente dominante em termos de alterações climáticas. Primeiro, Obama está a negociar acordos independentes com os Senadores que estão contra para mitigar os impactos económicos nos Estados que produzem carvão e para aumentar o investimento norte-americano em pesquisa e desenvolvimento, e eventualmente adoptar tecnologias para produzir carvão de forma mais eficiente.



Em segundo lugar, pode ordenar à Agência de Protecção Ambiental que imponha controlos administrativos nas centrais de carvão e nos produtores automóveis, mesmo que o Congresso não aprove a nova legislação. O caminho administrativo pode vir a ser mais importante que a via legislativa.



A política do Senado norte-americano não deve ocultar a questão mais importante: a América tem agido de forma irresponsável desde que assinou o tratado sobre o clima, em 1992. É o maior e mais poderoso país do mundo e é, até agora, o principal responsável pelas alterações climáticas. Tem agido sem nenhum sentido de responsabilidade - para com os seus cidadãos, o mundo e as gerações futuras.



Mesmo os Senadores dos Estados que produzem carvão deviam sentir-se envergonhados. É verdade que os seus Estados precisam de uma ajuda adicional mas os interesses locais não devem colocar em perigo o futuro do nosso planeta. É tempo de os Estados Unidos reintegrarem a família global.





© Project Syndicate, 2009.

Tradução: Ana Luísa Marques


terça-feira, 17 de Novembro de 2009

O que é o Planeamento Estratégico?








No confessionário, chega o pequenino Joãozinho (mas velho conhecido) e confessa:






- Padre, eu pequei. Fui seduzido por uma mulher casada que se diz séria.


- És tu, Joãozinho?






- Sou, Sr. Padre, sou eu.


- E com quem estivestes tu?






- Padre, eu já disse o meu pecado... Ela que confesse o dela.


- Olha, mais cedo ou mais tarde eu vou saber, assim é melhor que me digas agora!... Foi a Isabel Fonseca?






- Os meus lábios estão selados, disse Joãozinho.


- A Maria Gomes?






- Por mim, jamais o saberá...


- Ah! A Maria José?






- Não direi nunca!!!


- A Rosa do Carmo?






- Padre, não insista!!!


- Então foi a Catarina da pastelaria, não?






- Padre, isto não faz sentido.


O Padre rói as unhas desesperado e diz-lhe então:


- És um cabeça dura, Joãozinho, mas no fundo do coração admiro a tua reserva.


Vai rezar vinte Pais-Nossos e dez Ave-Marias... Vai com Deus, meu filho...






Joãozinho sai do confessionário e vai para os bancos da igreja.


O seu amigo Maneco desliza para junto dele e sussurra-lhe:


- E então? Conseguiste a Lista?


- Consegui. Tenho cinco nomes de mulheres casadas que dão baldas.






o Planeamento... COMEÇA COM A ANÁLISE DO MERCADO.

domingo, 15 de Novembro de 2009

ESSA VOCÊ TEM QUE SABER:

ESSA VOCÊ TEM QUE SABER:
















Sobre a GORDURA










No Japão, são consumidas poucas gorduras e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;


Em compensação, na França se consome muitas gorduras e, ainda assim, o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;






Sobre o VINHO










Na Índia, se bebe pouco vinho tinto e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;


Em compensação, na Espanha se bebe muito vinho tinto e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;






Sobre o SEXO










Na Argélia, se transa muito pouco e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;


Em compensação, no Brasil se transa muuuuuito e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;






CONCLUSÃO:










Beba, coma e trepe sem parar, pois, o que mata é falar inglês!


Eu já parei meu curso...

Mais medidas profiláticas. Agora contra as multas.



Mais medidas profiláticas. Agora contra as multas.











CAÇA A MULTA ATENÇÃO






A TODOS OS QUE CONDUZEM EM PORTUGAL






Não andem devagar ...e vão ver depois depois mais tarde na caixa do correio uma... agradável surpresa...






1ª PARTE


NOVOS RADARES E LOCAIS


RADARES DA GNR


Foram recentemente colocados ao longo do percurso da auto-estrada Lisboa/Porto RADARES ELECTRONICOS FIXOS (FOTOGRAFIA):






· entre o km 0,5 e o km 10 em ambas as direcções Alverca


· Entre o km 45 e o km 50 e ambas as direcções Aveiras


· Entre o km 85 e o km 95, direcção Sul - Norte Santarém


· Entre o km 120 e o km 130 em ambas as direcções Pombal


· Entre o km 245 e o km 250 em ambas as direcções Mealhada


· Entre o km 280 e o km 287 direcção Sul - Norte S. João da Madeira


· Entre o km 0,5 e o km 10 direcção Norte - Sul Carvalhos


Todos estes radares estão preparados para disparar a partir dos 140 km/h .


Eles voltaram a comprar Subaru Impreza!!!


Os 8 novos carros da policia para controlar a velocidade na auto-estrada passam a ser agora SUBARU IMPREZA WRX:






· matricula 01 - 63 - RZ


· matricula 01 - 64 - RZ


· matricula 01 - 65 - RZ


· matricula 01 - 66 - RZ


· matricula 01 - 67 - RZ


· matricula 01 - 68 - RZ


· matricula 01 - 69 - RZ


· matricula 01 - 70 - RZ


Claro que os BMW 330d de matriculas PE continuam activos.


RADARES DA POLICIA


Estejam atentos!!!


Controlo dos excessos de velocidade feito na área metropolitana de Lisboa pela PSP:


· Av. Marginal - Desde Cascais a Caxias nos dois sentidos


· Paço d'Arcos frente a escola Náutica (dois sentidos, carro parado nas zebras ou em cima do passeio).


· Alto da Barra - Oeiras (sentido Lisboa - Cascais junto ao entroncamento, carro parado nas zebras).


· Av. Marginal, sentido Lisboa - Cascais depois do Aquário Vasco da Gama, no fim da recta (carro em cima do passeio).


· Av. da Republica - área dos túneis novos.


· Av. 24 de Julho - junto as Janelas Verdes ( Santos /Av. 24 de Julho)


· Av. da Índia (lado da antiga FIL)


· Av. de Brasília (junto ao rio) sentido Algés - Alcântara, normalmente junto ao clube Náutico, antes da bomba Galp, mas podem estar mais à frente Av. Dr. Alfredo Bensaude - entre o Ralis e o Laboratório Militar Olivais


· Av. das Descobertas - a seguir ao Hospital São Francisco Xavier.


· Av. de Berlim - junto a piscina dos Olivais


· Recta de Chelas - entre Rotunda Feira do Relógio e a Rotunda para as Olaias.


· 2a. Circular - junto ao Estádio da Luz


· 2a. Circular - junto ao nó de Telheiras


· 2a.a Circular - junto ao radar do aeroporto


· Av.Castro Guimarães (Amadora) - junto a Academia Militar


· Na saída da CREL para Belas em direcção a CRIL, no fim da descida, na ultima curva, carro branco avariado com triangulo e


placas de madeira no porta-bagagens para este ficar entreaberto.


Todos esses radares estão preparados para disparar a partir dos 80 km/h . Geralmente estão numa carrinha 405 azul/branca com o capot aberto fingindo que o veiculo esta avariado. Existem também carrinhas Ford Transit. Os Volvo azuis estão quase a desaparecer mas atenção aos Nissan's Primera brancos com para sóis no vidro traseiro. Alguns andam só com um policia e um enorme radar no lado do pendura.






2ª PARTE






PARA LER E DIVULGAR


NÃO TENHAM JUÍZO, NÃO!!!!!


Por este andar, no fim do ano estamos todos sem carta e sem carro para pagar as multas.


Recentemente, por ter contactos com agentes da autoridade GNR, foi-me 'facultada' informação preocupante para quem anda na estrada e que para isso as Brigadas têm:


· Carros Novos;


· Novos Modos de Actuação, Detectores de Radares (Caça-BT)


· Radares Digitais;


· Bases de Dados Directas


Assim sendo aqui vão as novidades.


Para provar o que digo, basta andarem fora da lei e mais tarde ou mais cedo têm uma surpresa das más!


Olhem que eles agora nem precisam mandar parar, na BT tem viaturas:


· Audi's A4, A6, A8(sim A8!)






· VW's Golf


· Renault's Laguna


· Subaru's Impreza WRX (mas também há quem diga que já existem STi's)


· Skoda's Octavia(carrinhas c/ 2 ocupantes, cadeirinha de bébe atrás, autocolante de 'Bebé a Bordo' e melhor que tudo, radares à frente e atrás.










· Opel Astra (8 viaturas)


· Toyota's Corolla (Atenção que têm olheiros nas Auto-Estradas que rola sempre a 120kmh com comerciais, sozinhos e enviam informações digitalmente para os Impreza, Avensis, BMW, Audi's, Nissan's, Almera e Primera (A1 e A2 cinzas, brancos, azul claros, e pretos).










Têm ordens para não parar viaturas, filmam e mandam para casa).






Modos de actuação:


Actualmente há ordens para não mandar parar nas Auto-Estradas! Assim, não há maneira de contestar a actuação dos agentes, que fazem o filme e enviam directamente para a DGV. Depois, a DGV abre o processo e envia para o proprietário da viatura (mesmo que não seja o desgraçado, é ele que tem que informar quem foi o 'artista', caso contrário paga o dono!).


Mais radares fixos estão a ser colocados na A1, A2, nas pontes, que depois enviam para o comando da BT tudo o que captam.


Já os há também na CREL, CRIL, IC19, IC20 (costa da Caparica), A5, A8, A23, IP3, IP5 e Via do Infante ( Algarve ).






Detectores de radar:


Dão jeito, mas também dão belas multas que podem chegar aos 5000 EUR a BT tem nos BMW, Audi's, Impreza's, Toyota's e Golf's,


detectores para esses aparelhos e podem legalmente mandar parar a viatura, e com 99.8% de certeza apreender o veículo para inspecção da DGV...


Depois queixem-se! - (o meu irmão ficou sem um Clio para pagar a coima, chegou aos 4800 EUR mais as custas do processo).






Há também agora um gabinete nacional na DGV, que canaliza informações diversas a outros departamentos e instituições nacionais, pelo que no final deste ano vão dar cabo de nós!


As infracções ao código da estrada vão passar para uma base de dados nacional, à qual as seguradoras podem aceder sempre que haja renovação ou alteração do seguro e mesmo que não tenhamos acidentes....


VOILÁ ... agravamento no seguro pois temos multas pendentes ou já pagas mas somos já 'criminosos'! (cada vez melhor...).


Isto aplica-se para o ano também no selo municipal (para o comprar temos que pedir uma certidão do


cadastro do condutor/viatura na DGV e só depois podemos comprar o selo (agravamentos até 100%).






Última hora!


Cuidado com os Seat's Leon, pretos, cinzas claro e azuis... PSP-Divisão de Trânsito tem uns 'diabos camuflados' a circular em Lisboa tal e qual como a BT - Toyota Avensis , os tem nas Auto-estradas a circular... Os Seat's têm dupla centralina, preparados pela Seat Motosport e os Toyota foram preparados pela Toyota Racing-Germany (ou TTE) com potências bem engraçadas... Seat Leon (bem normal - exterior) têm meus senhores um motor 2.0 (Gasolina) com 280 CV e TDI com 180CV.


Os Toyota só os há a Gasóleo e têm todos 200 CV... Atenção também aos Astra da BT... Há lá uns 'diabos camuflados' e já vi um em operação Stop na Ponte 25 de Abril que apanhou um Saxo Cup roubado na saída do Fogueteiro com 9 tiros no carro e veio colado a ele a 232 km/h (está filmado) passou na SIC a semana passada num programa sobre a criminalidade na sociedade Portuguesa....


E sabem, o Astra vinha a comer restos de pneu do Saxo... a 2/3metros dele!!!


Um Leon da PSP e um Avensis da BT... Os novos pirilampos estão o máximo, e as sirenes podem fazer tanto barulho que nem se ouve quase-nada!!!


Já agora, eu sei do que estou a falar... TRABALHO HÁ 8 ANOS NAS EQUIPAS DE VIGILÂNCIA DA DGV...


Anónimo


Por motivos óbvios...






PS: Depois de lerem a descrição acima, enviem esta informação para o máximo de amigos e conhecidos.



















Uma senhora de meia-idade teve um ataque de coração e foi parar ao



Uma senhora de meia-idade teve um ataque de coração e foi parar ao



hospital.






Na mesa de operações, quase às portas da morte, vê Deus e pergunta:






- Já está na minha altura?






Deus responde:






- Ainda não. Tens mais 43 anos, 2 meses e 8 dias de vida.






Depois de recuperar, a senhora decide ficar no Hospital e fazer uma


lipoaspiração, algumas cirurgias plásticas, um facelift,... Como tinha ainda


alguns anos de vida, achou que poderia ficar ainda bonita e gozar o resto


dos seus dias.






Quando saiu do Hospital, ao atravessar a rua, foi atropelada por uma


ambulância e morreu.






A senhora, furiosa, ao encontrar-se com Deus, pergunta-lhe:






- Então eu não tinha mais 40 anos de vida? Porque que é que não me


desviastes do caminho da ambulância?






Deus responde:






- Porra! Eras tu? Nem te conheci!!!!

sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

Em tempos de crise, o dinheiro é normalmente aquilo que os funcionários mais precisam e os "patrões" menos podem oferecer.








Em tempos de crise, o dinheiro é normalmente aquilo que os funcionários mais precisam e os "patrões" menos podem oferecer. Mas nada que não se resolva com boa vontade e alguma criatividade. Afinal, os incentivos não têm necessariamente que ser monetários


para terem um efeito mobilizador.






Numa época em que os peritos aconselham contenção salarial, as empresas são obrigadas a encontrar e a apostar em formas alternativas de manterem os seus colaboradores satisfeitos e motivados.






Na Dinamarca a sesta para quem trabalhe por turnos já foi adoptada de forma voluntária por mais de 1.800 empresas e, em Abril último, acabou mesmo por ser transformada em lei numa das províncias do país, como forma de motivar os trabalhadores e aumentar a rentabilidade.






No Reino Unido, o Google incentivou todos os colaboradores a recorrerem à bicicleta como transporte diário, promovendo hábitos mais saudáveis e um menor impacto ambiental, iniciativas que funcionam não só a nível interno, mas que contribuem também para melhorar a imagem da empresa junto do público.






Em diferentes lugares do mundo existem organizações que idealizam instalações com base na filosofia do Feng Shui (corrente de pensamento nascida na China), oferecem fruta, promovem formação, pagam o ginásio, apoiam nas tentativas de deixar de fumar ou na conclusão dos estudos. "Os exemplos são inúmeros e bastante inspiradores", refere Sandrine Lage, fundadora do Great Place to Work Institute em Portugal, responsável pela elaboração do estudo de ambientes de trabalho com o mesmo nome.

quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

*"O Factor Vara"... Miguel Sousa Tavares**



Toda a 'carreira', se assim lhe podemos chamar, de Armando Vara, é



uma história que, quando não possa ser explicada pelo mérito (o que,


aparentemente, é regra), tem de ser levada à conta da sorte. Uma


sorte extraordinária. Teve a sorte de, ainda bem novo, ter sentido


uma irresistível vocação de militante socialista, que para sempre


lhe mudaria o destino traçado de humilde empregado bancário da CGD


lá na terra. Teve o mérito de ter dedicado vinte anos da sua vida ao


exaltante trabalho político no PS, cimentando um currículo de que,


todavia, a nação não conhece, em tantos anos de deputado ou


dirigente político, acto, ideia ou obra que fique na memória.


Culminou tão profícua carreira com o prestigiado cargo de ministro


da Administração Interna - em cuja pasta congeminou a genial ideia


de transformar as directorias e as próprias funções do Ministério em


Fundações, de direito privado e dinheiros públicos. Um ovo de


Colombo que, como seria fácil de prever, conduziria à multiplicação


de despesa e de "tachos" a distribuir pela "gente de bem" do


costume. Injustamente, a ideia causou escândalo público, motivou a


irritação de Jorge Sampaio e forçou Guterres a dispensar os seus


dedicados serviços. E assim acabou - "voluntariamente", como diz o


próprio - a sua fase de dedicação à causa pública. Emergiu, vinte


anos depois, no seu guardado lugar de funcionário da CGD, mas agora


promovido por antiguidade ao lugar de director, com a misteriosa


pasta da "segurança". E assim se manteve um par de anos, até


aparecer também subitamente licenciado em Relações Qualquer Coisa


por uma também súbita Universidade, entretanto fechada por ostensiva


fraude académica. Poucos dias após a obtenção do "canudo", o agora


dr. Armado Vara viu-se promovido - por mérito, certamente, e por


nomeação política, inevitavelmente - ao lugar de administrador da


CGD: assim nasceu um banqueiro. Mas a sua sorte não acabou aí: ainda


não tinha aquecido o lugar no banco público, e rebentava a barraca


do BCP, proporcionando ao Governo socialista a extraordinária


oportunidade de domesticar o maior banco privado do país, sem sequer


ter de o nacionalizar, limitando-se a nomear os seus escolhidos para


a administração, em lugar dos desacreditados administradores de


"sucesso". A escolha caiu em Santos Ferreira, presidente da CGD, que


para lá levou dois homens de confiança sua, entre os quais o sortudo


dr. Vara. E, para que o PSD acalmasse a sua fúria, Sócrates deu-lhes


a presidência da CGD e assim a meteórica ascensão do dr. Vara na


banca nacional acabou por ser assumida com um sorriso e um tom "leve".


Podia ter acabado aí a sorte do homem, mas não. E, desta vez, sem


que ele tenha sido tido ou achado, por pura sorte, descobriu-se que,


mesmo depois de ter saído da CGD, conseguiu ser promovido ao escalão


máximo de vencimento, no qual vencerá a sua tão merecida reforma, a


seu tempo. Porque, como explicou fonte da "instituição" ao jornal


"Público", é prática comum do "grupo" promover todos os seus


administradores-quadros ao escalão máximo quando deixam de lá


trabalhar. Fico feliz por saber que o banco público, onde os


contribuintes injectaram nos últimos seis meses mil milhões de euros


para, entre outros coisas, cobrir os riscos do dinheiro emprestado


ao sr. comendador Berardo para ele lançar um raide sobre o BCP, onde


se pratica actualmente o maior spread no crédito à habitação, tem


uma política tão generosa de recompensa aos seus administradores -


mesmo que por lá não tenham passado mais do que um par de anos. Ah,


se todas as empresas, públicas e privadas, fossem assim, isto seria


verdadeiramente o paraíso dos trabalhadores!


Eu bem tento sorrir apenas e encarar estas coisas de forma leve. Mas


o 'factor Vara' deixa-me vagamente deprimido. Penso em tantos e


tantos jovens com carreiras académicas de mérito e esforço, cujos


pais se mataram a trabalhar para lhes pagar estudos e que hoje


concorrem a lugares de carteiros nos CTT ou de vendedores porta a


porta e, não sei porquê, sinto-me deprimido. Este país não é para


todos. P.S. - Para que as coisas fiquem claras, informo que o sr. (ou dr.)


Armando Vara tem a correr contra mim uma acção cível em que me pede


250 000 euros de indemnização por "ofensas ao seu bom nome". Porque,


algures, eu disse o seguinte: "Quando entra em cena Armando Vara,


fico logo desconfiado por princípio, porque há muitas coisas no


passado político dele de que sou altamente crítico". Aparentemente,


o queixoso pensa que por "passado político" eu quis insinuar outras


coisas, que a sua consciência ou o seu invocado "bom nome" lhe


sugerem. Eu sei que o Código Civil diz que todos têm direito ao bom


nome e que o bom nome se presume. Mas eu cá continuo a acreditar


noutros valores: o bom nome, para mim, não se presume, não se


apregoa, não se compra, nem se fabrica em série - ou se tem ou não


se tem. O tribunal dirá, mas, até lá e mesmo depois disso, não estou


cativo do "bom nome" do sr. Armando Vara. Era o que faltava! Acabei de confirmar no site e está lá, no site institucional do BCP. Vejam bem os anos de licenciatura e de pós-graduação!!!!! : Armando António Martins Vara Dados pessoais: Data de nascimento: 27 de Março de 1954 Naturalidade: Vinhais - Bragança Nacionalidade: Portuguesa Cargo: Vice-Presidente do Conselho de Administração Executivo Início de Funções: 16 de Janeiro de 2008 Mandato em Curso: 2008/2010 Formação e experiência Académica Formação: 2005 - Licenciatura em Relações Internacionais (UNI)


2004 - Pós-Graduação em Gestão Empresarial (ISCTE)


http://www.millenniumbcp.pt/pubs/pt/grupobcp/quemsomos/orgaossociais//article.jhtml?articleID=217516





Extraordinário... CV de fazer inveja a qualquer gestor de topo, que nunca tenha


perdido tempo em tachos e no PS !


Conseguiu tirar uma Pós-graduação ANTES da licenciatura...


Ou a pós-graduação não era pós-graduação ou foi tirada com o mesmo


professor da licenciatura, dele e do Eng. Sócrates...


e viva o BCP e o seu "bom nome" !!!

Em 2009 o Campeonato Nacional de Velocidade Motociclismo sofreu algumas alterações em termos de regras, apesar disso, fruto de uma boa gestão, Luís Carreira conseguiu trazer o título para o Algarve, sendo este o seu terceiro ceptro conquistado na categoria rainha

Luís Carreira



Piloto de Motociclismo


Luís Carreira, nasceu em Lisboa a 31 de Dezembro de 1976 e imediatamente veio viver para o Algarve, tendo como residência actual Albufeira. No ano passado fez história no G. P. de Macau, ao terminar no 4.º lugar. Este ano sagrou-se pela terceira vez Campeão Nacional de Stocksport 1000.


Em 2009 o Campeonato Nacional de Velocidade Motociclismo sofreu algumas alterações em termos de regras, apesar disso, fruto de uma boa gestão, Luís Carreira conseguiu trazer o título para o Algarve, sendo este o seu terceiro ceptro conquistado na categoria rainha

Hotel Eurotel Altura reconhecido com o ITS Red Star Award

Hotel Eurotel Altura reconhecido com o ITS Red Star Award


O Hotel Eurotel Altura, situado na Praia de Altura, foi considerado um dos 60 melhores e mais conhecidos hotéis no âmbito do ITS Red Star Award, do Grupo Rewe, um dos maiores operadores turísticos mundiais com sede na Alemanha.

De acordo com a unidade hoteleira algarvia, a selecção teve como principal critério “as recomendações dos clientes, tendo em conta os seus níveis de satisfação e os elevados padrões do serviço que lhes foi prestado”.



A entrega dos prémios teve lugar recentemente, em Palma de Maiorca, tendo recebido o galardão Fátima Simões, a directora comercial do Grupo Eurotel.



Ainda em relação a distinções, o Hotel Eurotel Altura foi também galardoado com a «medalha de ouro» relativamente à região algarvia e ao ano transacto, pela TUI, o maior operador mundial de viagens.



Este prémio foi atribuído igualmente com base “na opinião dos clientes do hotel, que o colocaram no primeiro lugar do «ranking» das unidades hoteleiras da sua categoria





quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

Lacobriga Check Sound continua com concerto de Defying Control, Abandalhados e Livin

Lacobriga Check Sound continua com concerto de Defying Control, Abandalhados e Livin



Criado para promover as bandas do concelho a nível regional e nacional, o Lacobriga Check Sound prossegue com as suas actividades no próximo dia 14 de Novembro.



Nessa noite, o espectáculo contará com a presença de três bandas, fomentando como sempre a partilha de conhecimentos e a troca de experiências. Assim, os Defying Control, Abandalhados e Livin' Paradise irão apresentar-se a partir das 21h30 no Laboratório de Actividades Criativas (LAC), edifício da antiga cadeia de Lagos.



As entradas para este espectáculo custam 3,5 euros para o público em geral e apenas 2 euros para os sócios e artistas residentes do LAC.



Os interessados podem obter mais informações acerca dos concertos a realizar no âmbito deste projecto, em www.lac.web.pt ou em www.myspace.com/checksound.



Defying Control - www.myspace.com/defyingcontrol



Abandalhados - www.myspace.com/abandalhados

segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

"Os covardes morrem muitas vezes antes da morte; o valente experimenta o gosto da morte apenas uma vez".

"Os covardes morrem muitas vezes antes da morte; o valente experimenta o gosto da morte apenas uma vez".